TOC

Transtorno Obsessivo Compulsivo

O que é?

Você, alguma vez já bateu na madeira três vezes ou fez o sinal da cruz?

Isso se chama ritual e esses rituais são normais, pertencem ao cotidiano de muitas pessoas.

Eles são uma forma simbólica de afastar o perigo. Entretanto existem pessoas que são prisioneiras de rituais, eles são tão fortes que impedem que a pessoa tenha uma vida normal.

Pessoas assim são caracterizadas como possuindo o Distúrbio Obsessivo Compulsivo que consiste em pensamentos ruminativos difíceis de serem afastados com a vontade.

Esses pensamentos surgem do interior da pessoa, sem qualquer estímulo desencadeante externo.

Vejamos alguns exemplos:

  1.  Pavor de se sujar ou se contaminar com suor, pêlos, germes;
  2. Sentir-se obrigado a somar os números de todas as chapas de carro, contar todos os objetos que encontra, contar os dedos das mãos, etc;
  3. Ter pensamentos horríveis sobre matar alguém;
  4. Terror de perder tudo, ser demitido;
  5. Colocar os chinelos nesta ou em outra posição antes de dormir como única opção de que não ocorra acidente em casa;
  6.  Conferir muitas vezes o mesmo serviço ou situações: posição dos objetos, se o gás está fechado, se a torneira está fechada, a porta trancada, etc;
  7. Lavar repetidamente as mãos, roupas, objetos de uso pessoal, etc;
  8. Arrumar compulsivamente as camisas ou meias sempre numa mesma ordem;
  9. Juntar coisas sem uma finalidade, como jornais velhos, tampas de cerveja, etc;
  10. Levantar sempre com o pé direito, entrar num elevador de determinada maneira, etc;

Origens prováveis

Existem duas:

A primeira é biológica, aceitando-se que a origem da doença seja um acometimento do cérebro, possivelmente uma deficiência de um neurotransmissor (substância química responsável pela comunicação entre as células nervosas) chamado serotonina.

A outra origem é possivelmente comportamental. Como a pessoa sente-se mal, e não consegue afastar os pensamentos, passa a criar um ritual, uma compulsão, que tenta afastar os pensamentos. Por exemplo, uma pessoa pode ser acometida de idéias horríveis sobre germes e contaminação, passando então a lavar as mãos muitas e muitas vezes ao dia, chegando a machucar a pele.

Idade em que se manifesta:

A incidência do TOC é maior em pessoas com conflitos conjugais, divorciados, separados e desempregados. É maior também nos familiares de 1º grau (3 a 7%) de portadores de TOC, é igual entre homens e mulheres e um pouco maior em adolescentes masculinos (75%).

O início da doença se dá em torno dos 20 anos, mas não é incomum em crianças.

Entre os 20 e 25 anos de idade, acometendo igualmente homens e mulheres.

Tratamentos:

– Alopatia:

Em geral o tratamento alopático é realizado com medicação, que não é um simples calmante, mas substâncias que tentam corrigir a serotonina, mediador químico que se encontra alterado.

– Terapia:

A do tipo comportamental-cognitiva é a que apresenta melhores resultados.

– Terapia Floral:

Através de consultas detalhadas e consecutivas, que consiste em entrevistas, analise e equilíbrio energético, vamos escolhendo os florais que melhor se aplicam a cada caso, administrando-o e acompanhando os resultados até que os rituais se esgotem.

Apesar de nem sempre ser possível a cura completa dos Transtornos Obsessivos Compulsivos, independente do tipo de tratamento adotado, a Terapia Floral pode oferecer aos pacientes uma maneira de diminuir notavelmente os sintomas obsessivos e compulsivos que são muito debilitantes e que podem perturbar consideravelmente a vida do paciente, portanto se você considera-se um portador de TOC, busque ajuda, vale a pena investir em você.

Florais e estética

Você sabia que o floral pode auxiliar a beleza além de manter o bem estar?

Conheça abaixo algumas fórmulas dicas para as principais queixas.


Acne Juvenil

Creme Rescue com Crabe Aple 2 a 3 vezes ao dia.————————————————————————————————

Celulite

Florais Sistema Mineiro: Jasminum;Pinus;Aristoloquia;Cássia;Malus;Dianthus;Vervano.Florais Sistema Australiano: Dager Hakea;Buttlebrush.————————————————————————————————

Estrias

Sistema Inglês: Creme Rescue com crab aplle e hornbean (Uso local);
Sistema Australiano: Creme com base lanete com spinifex (Uso local);
Sistema Mineiro: Exultat Gelu (Uso local).—————————————————————————————————

Manchas na Pele

Sistema Mineiro: Malus; Momordica; Linun; Pssiflora.
Sistema Inglês – Bach: White chestnut;Craba Aplle;Pine.—————————————————————————————————

Varizes

Sistema Saint Germain: Tuia; Goiaba; Allium; Leucantha; Ipê Roxo.
Sistema Australiano: Paw Paw; Bankisia Roubor.
Sistema Mineiro: Foeniculum; Basilicum; Taraxacum; Malus; Phyllanthus; Anil; Rosmarinus; Verbenácea.—————————————————————————————————

Obesidade

A dica vem do sistema florais de minas: Magnificat Pollen em cápsulas de 500 mg para ser tomada pela manhã em jejum.A Lobeira regula a taxa de glicose no sangue, reduz o apetite e queima a gordura.
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Dúvidas?
Entre em contato e saiba mais dos benefícios dos tratamentos com florais.

Síndrome do pânico

Síndrome do Pânico e Terapia Floral

Dentre os casos clínicos atendidos em consultório nos últimos tempos, a crise de pânico tem tido uma freqüência assustadora. A vida moderna e suas ameaças têm grande papel nesta doença que não era tão encontrada antigamente.

O que é a síndrome do pânico e quais os sintomas?

Trata-se de um tipo de ansiedade caracterizando-se por crises súbitas, sem fatores desencadeantes aparentes.

Depois de ter uma crise de pânico a pessoa pode desenvolver medos irracionais (chamados fobias) de algumas situações como dirigir, andar de elevador, namorar, ir ao cinema, etc e começar a evitá-las.

Gradativamente o nível de ansiedade e o medo de uma nova crise podem atingir proporções tais, que a pessoa pode se tornar incapaz de dirigir ou mesmo pôr o pé fora de casa. Desta forma, o distúrbio do pânico pode ter um impacto tão grande na vida de uma pessoa como outras doenças mais graves – a menos que ela receba tratamento eficaz e seja compreendida pelos demais.

Os sintomas físicos de uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente (apesar de existir, mas fica difícil de se perceber) e são como uma preparação do corpo para alguma “coisa terrível”.

Os principais são:

· Tontura, atordoamento, náusea.
· Palpitações (o coração dispara)
· Dificuldade de respirar (boca seca)
· Calafrios ou ondas de calor, sudorese.
· Distorções de percepção da realidade
· Sensação de que algo horrível está prestes a acontecer
· Confusão, pensamento rápido.
· Medo de perder o controle.
· Medo de morrer
· Vertigens ou sensação de debilidade

Ocorre que o sistema de “alerta” normal do organismo – o conjunto de mecanismos físicos e mentais que permite que uma pessoa reaja a uma ameaça – tende a ser desencadeado desnecessariamente na crise de pânico, sem haver perigo iminente. Algumas pessoas são mais suscetíveis ao problema do que outras.

Constatou-se que a síndrome ocorre com maior freqüência em algumas famílias, e isto pode significar que há uma participação importante de um fator hereditário (genético) na determinação de quem desenvolverá o transtorno. Entretanto, muitas pessoas que desenvolvem este transtorno não tem nenhum antecedente familiar.

O cérebro produz substâncias chamadas neurotransmissores que são responsáveis pela comunicação que ocorre entre os neurônios (células do sistema nervoso).

Um desequilíbrio na produção da serotonina e da noradrenalina pode levar algumas partes do cérebro a transmitir informações e comandos incorretos. Isto é exatamente o que ocorre em uma crise de pânico.Mas o que leva a este desequilíbrio de neurotransmissores?

Verificamos que são situações de insegurança, traumas, perdas de entes queridos, choques como roubos e assaltos, estafa, nervosismo, stress, fraqueza emocional, etc.

Quem sofre de Síndrome do Pânico?

Geralmente são pessoas extremamente produtivas, costumam assumir uma carga excessiva de responsabilidades e afazeres, são bastante exigentes consigo mesmos, não convivem bem com erros ou imprevistos, têm tendência a se preocuparem excessivamente com problemas cotidianos, alto nível de criatividade, perfecionismo, excessiva necessidade de estar no controle e de aprovação, auto-expectativas extremamente altas, pensamento rígido, competente e confiável.

Tratamento à luz da Terapia Floral

Existe uma variedade de tratamentos para o pânico, a medicina convencional introduz um tratamento que visa restabelecer o equilíbrio bioquímico cerebral.

Os florais buscam trabalhar a causa através de uma serie de entrevistas continuas com acompanhamento constante e a administração de florais de acordo com as causas descobertas, preparando-se o paciente para que ele possa enfrentar seus limites e as adversidades vitais de uma maneira menos estressante.

O paciente desenvolve junto com o terapeuta, com a ajuda dos florais, uma nova forma de viver onde se priorize a busca de uma harmonia e equilíbrio pessoal.

O sucesso do tratamento está diretamente ligado ao engajamento do paciente com o mesmo. Aqui no site, vocês podem encontrar depoimentos de alguns clientes que estão em tratamento com esta síndrome.

Dicas de florais

Os florais são indicados para cada caso individualmente, baseado em cada história, portanto não existe, como na alopatia, um floral para isso e um para aquilo, um floral que pode ser útil para um paciente para síndrome do pânico pode não servir para outro, mas, via de regra, estatisticamente falando, os mais usados que servem como ajuda em qualquer dos casos, são os seguintes:

1- Australianos – Grey Spider Flower.
2- Minas – Bipinatus
3- Bach – Rock Rose
4- Saint German – Panicum
5- Arizona – Pencil Cholla Cactus
6- Red Clover – California

Sofrer de pânico não é loucura, nem “frescura”.

O melhor jeito para conviver com uma pessoa que passou ou passa por este problema, é compreende-la e tranqüiliza-la, trazendo-lhe bem-estar.